segunda-feira, 21 de maio de 2018

Porque continuam a fechar farmácias em Portugal?

Revista Farmácia Portuguesa
Com o título A austeridade continua, a revista Farmácia Portuguesa dá, neste mês de Maio, destaque à difícil situação das farmácias portuguesas.

De facto, esta decisão tomada pelo governo, remonta já ao ano de 2005, com a tomada de posse do então primeiro ministro José Sócrates que, dada a muito má situação do país, decidiu aumentar a carga fiscal e, pelo meio, reduzir de forma significativa a margem das farmácias, pelo impacto que provocavam no aumento da despesa do Serviço Nacional de Saúde.
Por outro lado, havia uma exigência da Troica, que ia nesse sentido.

Desde então, passaram treze anos! As medidas entretanto tomadas, foram muito além do exigido pela Troica, passando as farmácias de uma situação de regular saúde financeira, para uma situação de quase insustentabilidade.

E, se bem que a recuperação financeira do País, tenha vindo a melhorar nos últimos

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Crónica dos heróis improváveis que fizeram de Portugal Campeão da Europa

Éder, o "patinho feio" da selecção, marcou o golo que fez a história da final do Euro 2016
Éder, o “patinho feio” da selecção, marcou o golo que fez a história da final do Euro 2016   Georgi Licovski / EPA    
O quarto golo de Éder com a camisola da seleção nacional deu a Portugal o primeiro título europeu de futebol, no triunfo por 1-0 sobre a França, após prolongamento, numa final também marcada pela lesão de Ronaldo.

Éderzito António Macedo Lopes, mais conhecido Éder, passou a ser eterno na história no futebol luso quando aos 109 minutos, com um remate de fora da área, depois de ter fugido  ZAP

Selecção de Portugal Campeã da Europa


  Foi ontem, em Paris. Milhões de portugueses espalhados pelo mundo, sofreram muito até ao apito final, mas o sofrimento transformou-se numa alegria sem limites com a brilhante vitória da Nossa Selecção. Foi a vitória da humildade, contra a vaidade e o preconceito francês.
 

É caso para dizer que cá se fazem...cá se pagam.
Contra a Alemanha, a França viu jogar e esteve muito perto de perder, até ao apito final. Um golpe de sorte, produziu um penalti que os franceses aproveitaram bem para tentar dar a volta ao jogo. Uma vitória inesperada e contra a corrente do que se passou no campo.

Contra Portugal, a França arrancou em força, com o objectivo de anular, logo de início, qualquer tentativa portuguesa. O seu treinador, exultava de satisfação e confiança nos primeiros vinte minutos. Depois veio a lesão de Ronaldo e os sinos tocaram a rebate. É certo que os franceses causaram grandes problemas, mas não é menos certo que a selecção portuguesa os obrigou a jogar da forma que mais lhe convinha, até à entrada de Eder. Depois... os franceses começaram a perceber que dominaram, driblaram, tentaram marcar, mas não conseguiram. Quase uma fotocópia do jogo com a Alemanha, mas ao contrário. Saíram derrotados e humilhados, por onze portugueses que se recusaram a vergar. 

Quanto ao árbitro da partida, o meu espanto não acaba. Não marcou falta a Payet, não mostrou o amarelo e nem se dignou aproximar-se de Ronaldo para se inteirar dos acontecimentos. Há coincidências que não passam por isso. E para mim este árbitro foi o 12º jogador da França que, depois, talvez arrependido, começou finalmente a mostrar cartões aos franceses, quando foram eles que iniciaram o jogo duro e faltoso. Mas o que lá vai já não conta. O que conta é que somos campeões da Europa. Viva Portugal.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O Brexit... dos nossos pecados



 Se é mesmo verdade que o ex-Primeiro Ministro inglês David Cameron decidiu fazer um referendo sobre a saída da Grã-Bretanha da União Europeia, com o intuito de se defender dos ataques cada vez mais violentos do seu principal rival trabalhista Jeremy Corbyn, temos de admitir que foi um tiro de mestre, mas saiu pela culatra, o que obrigou o fleumático Cameron a apresentar de imediato a demissão.


 É completamente absurdo usar um referendo com todas as implicações que pode ter, apenas para defender interesses

terça-feira, 7 de junho de 2016

O referendo rejeitado pelos Suíços



Foi no dia 5 deste mês, que o povo Suíço disse não ao referendo que daria direito a receber cerca de 2260 euros, só por estar vivo! E seria o que iria acontecer, se o sim tivesse ganho. Qualquer cidadão ou emigrante no país há mais de cinco anos, teria direito a uma "pensão vitalícia" até ao resto da vida, mesmo que por preguicite aguda, decidisse nunca mexer uma palha.



Da mesma forma, todas as crianças suíças receberiam incondicionalmente 650 francos suíços, sem contrapartidas, embora acabassem todos os outros abonos. Seria uma espécie de paraíso celestial, só que seria na terra e não no céu! 

78% do povo suíço porém, disse não a este paraíso. Preferem ter de trabalhar toda a vida mas, merecidamente, chegar ao fim da sua vida activa com a consciência de que contribuíram com o seu esforço, para o desenvolvimento de um país que, de pequeno, só tem o seu tamanho. Um enorme exemplo cívico deste povo, que soube medir à distância as consequências sombrias de uma tal benesse pública.

O governo suíço, tem sabido contudo encontrar um ponto de equilíbrio entre a justiça social e o crescimento da economia, providenciando medidas que acautelem os interesses do Estado, mas também o dos cidadãos contribuintes, salvaguardando religiosamente o futuro e a dignidade do seu povo. Como de resto deviam fazer todos os governos dos países que se dizem livres e democráticos.

Está de parabéns a Suíça e o seu povo.

Deixo a notícia publicada no Diário de Notícias do passado dia 5.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Marcelo, lança charme a Merkel

presidencia.pt
Marcelo Rebelo de Sousa está na Alemanha para tentar sensibilizar Angela Merkel para a injustiça da eventual aplicação de sanções a Portugal. E depois de tirar medidas para uma estátua de cera para o Muse de Madrid, o Presidente da República desmentiu a alegada desconfiança com as contas do governo.
À chegada a Berlim, Marcelo foi confrontado com as alegadas divergências      ZAP/LUSA

Centenas de milhares de multas por processar devido a atrasos do Estado

Há milhares de multas acumuladas nos serviços da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) porque o sistema que as processava foi suspenso.
innpictime / Flickr
Público noticia que o serviço externo de tramitação das multas de trânsito esteveparado durante mais de 10 meses, depois de ter sido suspenso, devido ao fim do contrato da empresa que o assegurava, e por causa do atraso na conclusão do concurso da nova adjudicação.
A suspensão do serviço ocorreu entre Julho de 2015 e Abril deste ano. De acordo com o jornal, terão ficado por processar cerca de um milhão de multas. Esta acumulação pode acabar por motivar a prescrição de muitas delas, fruto da demora no seu processamento.
Os 45 funcionários da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) não terão conseguido processar a maior parte das contra-ordenações, por estarem obrigados a outras funções regulares.
A ANSR explica ao Público que o atraso no concurso para o novo contrato, lançado em Outubro de 2015, se deveu à fiscalização do Tribunal de Contas e à discussão dos termos do vínculo.
ZAP